sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Segundos


Onde está a âncora do tempo
Que me arrasta sem se deter?
Porque vivo a dor e o sofrimento
De um futuro que não posso prever?

Na história desse antigo mundo
Dissolvo-me nas infinitas horas
Numa vida de poucos segundos
Reduzidos em minha memória

Um futuro que chega veloz
Não o vejo, mas ouço sua voz
No qual cada momento é importante
Vivo num dinamismo cego e alucinante

Terei eu um destino irrevogável?
Um futuro negro ou agradável?
Então que seja ao menos interessante!
Ass.: Márcio Beckman.

3 comentários:

Um Momento disse...

Belo poema este
De ancoras vivemos
Ancorando aqui e ali
Ás vezes desejadas outras nem por isso
O tempo esse... é como o vento
Ora sereno , ora tempestuoso
Mas há tambem o ameno
Deixo votos de um bom fim de semana :))

(*)

Claudia Fernandes disse...

Questões difíceis de serem respondidas..
Mas creio q é até o molho da vida..
Bjk.

Um Momento disse...

Aqui estou eu...
Lançando a minha ancora
Par assim desejar um dia lindo
Deixar um beijo
E esboçar um sorriso ... em ti... para ti

(*)