quarta-feira, 3 de outubro de 2007

A Eternidade Efêmera



Linda Donzela,
Encontrar-te-ei no teu castelo
E contemplaremos o belo crepúsculo
Então amar-te-ei por toda a eternidade

Mas até mesmo a eternidade é efêmera
Até mesmo o mais longínquo dos infinitos
Chega a um fim

Mas não te entristeças!
Pois és como o crepúsculo
Que é belo por ser efêmero
Pois se assim não o fosse
Todos o ignorariam
Ass.: Márcio Beckman

4 comentários:

Um Momento disse...

Belo castelo o teu
De sentires tão belos
Princesa amada
Por ti em harmonia
Belo, belo o que li
Deixo um beijo... em ti
Bom fim de semana
(*)

ana wagner disse...

Marcio, que lindeza de poema! Lírico e nostalgico, nos faz sentir a própria princesa dos contos de fadas.
Parabéns, menino! Beijos.

Claudia Fernandes disse...

Marcio..
Não sei porque, mas ao ler esse seu lindo poema, me senti da mesma forma do momento em que escrevi um texto meu bem antigo.

De repente, inconscientemente, os temas são iguais.

http://mysimplewords.blogspot.com/2004/10/i-am-stretched-on-your-grave.html


Bjo.

ana wagner disse...

Tenho vivido no mundo das idéias mesmo, Marcelo pois além de ser filósofa estou com o tornozelo quebrado a 3 meses rs bjs