quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Hiperespaço Urbanóide



Da poeira da nossa matéria
O homem se dilui e se dispersa
Numa infinidade de cores e sons
Do negro aos esmaecidos tons
Flutua na nuvem distorcida
De objetos que, em contrapartida,
Orbitam ao seu redor
É uma confusão de nós
Mistura de desordenadas tintas
Que inundam as sensações
Criando abstrações
Desorientando os sentidos
Eclodem as emoções
Disparam ab-reações
Em todas as direções
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Márcio B. S.

2 comentários:

bruno nobru disse...

senti aqui elementos que sinto quando estou no onibus ou olhando para árvores.. me sinto um mix de tudo junto e nada parece ao mesmo tempo..

Adriano Carvalho disse...

Muito legal seu blog Marcio, muito bacana mesmo. Estou colocando o link dele no meu blog. Deve convidar o pessoal do curso para passar por aqui, vão gostar também.
Abração