Está no ar mais um blog para quem gosta de ficar lendo textos na internet, tem algum tempo a perder e um computador disponível (nem que seja numa Lan House da vida!). Ainda sou marinheiro de primeira viagem nessas coisas, mas prometo tentar tornar isso aqui interessante (tomara que eu consiga!). Resolvi criar esse blog porque gosto de escrever nas horas vagas e como até hoje poucas pessoas já leram o que eu escrevo, não tenho muito noção se tenho futuro como poeta ou escritor de ficção, então gostaria de contar com as críticas e opiniões dos leitores nem que seja pra falar que meus textos são horrívelmente intragáveis. Entretanto, vou avisando-lhes caros leitores que tenho um humor de tendência depressiva e auto-estima facilmente abalável (he he he, não liguem para a chantagem emocional! É só pra chamar a atenção!). Ok, alguma pergunta? Então segurem-se em suas cadeiras, apertem os cintos e boa viagem!
terça-feira, 31 de julho de 2007
Inauguração oficial do blog Sonolóquios
Está no ar mais um blog para quem gosta de ficar lendo textos na internet, tem algum tempo a perder e um computador disponível (nem que seja numa Lan House da vida!). Ainda sou marinheiro de primeira viagem nessas coisas, mas prometo tentar tornar isso aqui interessante (tomara que eu consiga!). Resolvi criar esse blog porque gosto de escrever nas horas vagas e como até hoje poucas pessoas já leram o que eu escrevo, não tenho muito noção se tenho futuro como poeta ou escritor de ficção, então gostaria de contar com as críticas e opiniões dos leitores nem que seja pra falar que meus textos são horrívelmente intragáveis. Entretanto, vou avisando-lhes caros leitores que tenho um humor de tendência depressiva e auto-estima facilmente abalável (he he he, não liguem para a chantagem emocional! É só pra chamar a atenção!). Ok, alguma pergunta? Então segurem-se em suas cadeiras, apertem os cintos e boa viagem!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
A Ruptura da Inércia
Sou tomado por impulsos
E guiado por instintos
É o legado dos extintos
Que corre pelos meus pulsos
Sinto as mãos do absurdo
Me empurrando por caminhos
Num não pensar primitivo
Eu me vejo como um surdo
Pois por vezes não escuto
A razão aos meus ouvidos
Sinto às vezes o destino
A manipular meu curso
Utilizo como escudo
Um estado alternativo
Que me deixa pouco ativo
E me desliga do mundo
Um conselho pouco astuto
Por mim mesmo proferido
Pois cair nesse abismo
É um perigo obscuro
Mas é nesse estado mudo,
Estático e indefinido
Que me curo dos meus vícios
E morro por um segundo
Celebro meu próprio luto
Revivendo meus conflitos
Totalmente absorvido
Perco horas no escuro
Mas sem estar muito seguro
Num impulso criativo
Me apego ao dinamismo
E volto pro mundo confuso
Um verdadeiro absurdo!
Ass.: Márcio Beckman.
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